quarta-feira, 6 de março de 2013

Como influenciamos o comportamento dos nossos filhos.

Sabemos que dentro de uma família se uma pessoa tem um determinado problema ,mesmo que ela não diga nada,todas as outras percebem que tem algo errado notando   apenas o  seu comportamento.Mas isso em minha tola opinião seria papo de gente grande ,mais  no colégio de Bruna pecebi que estava completamente enganada.

Passei duas semanas na escolinha dela,periodo de adaptação,e notei o quanto é  complicado os primeiros dias, pois realmente é muito choro ,as crianças ficam pedido que a mãe fique a todo o momento ,os pais não sabem o que fazer ,a professora e suas ajudantes tentam controlar a situação da melhor maneira,mais  parece que não vai ter fim tudo aquilo.É nessa hora que o comportamento do pais ou acompanhantes fazem toda diferensa somada com  a dedicação da equipe do colégio.

É normal que a criança sinta esse medo de ficar longe de seu espeço e entra em um outro totalmente desconhecido, por esse motivo a confiança  que passamos para a criança é determinante para uma rápida adaptação do novo lugar.Passando a minha vivência na escolinha de Bruna logo de primeira vi mães super ,mega protetoras e outras nem tanto. Cabe nesse post falar das protetoras porque são as que mais passa insegurança aos seus filhos,as que são "nem tanto" vou deixar para post próximo pois é um assunto delicado,  e esse medo do novo dificulta o trabalho da professora e suas ajundantes.

Então tomando como base  o meu  exemplo ao levar Bruna no primeiro dia de escola a primeira coisa que  fiz foi  mostrar o novo ambiente, apresentando seus colegas, a pró que apesar de ser minha amiga não teve muito contato com ela por conta do seu corre corre de vida.Percebi que tinha que ficar com ela um pouco    em determinados horários como o lanche ,quando havia varias crianças chorando pela mãe e durante os dias da semana fui devagar diminuindo minha presença e deixando ela se perceber no local,  com esse comportamento no final da primeira  semana ela ja estava tanquilha em sua sala ,claro que tinha momentos de sentir falta e rolar o choro que logo era confortado pelas meninas da classe e tudo ficava bem.

Mesmo na segunda semana percebi que ainda tinha muitas crianças chorando na sala ,e ao olhar  ao redor tinha mais um tanto de mães e babas e pais aflitos e inseguros ,mesmo quando a professora  falava" pode ir pai eles vão chorar mais vai passar" .

Quando hoje  cheguei mei hora antes de Bruna sair da sala  vi que aquele caus de criança chorando e pais aflitos tinha completamente sanado .Na sala de minha pequena tudo traquilho  as crianças brincando e merendando, coisa que a duas semana atraz seria um milagre.

Conclusão que cheguei é que não temos como proteger os nossos filho de tudo, eles vão ter suas decepções e dificuldades.Então mesmo com os meu medos de mãe tentei passar confiança a minha gatinha mostrando que sempre vou estar ao seu lado.


2 comentários:

Camila Carvalho disse...

e fez certinhoooo!
No começo é BEM difícil mesmoo..mas depois, tudo fica em paaaz...e elaschoram por não querer ir embora (experiência pró´ria) hahaha
bjos pra vc e pra Bruninha!
perolasdealanis.blogspot.com

Renata Diniz disse...

Quando Laura chegou na escola pela primeira, em meio à minha insegurança, vi piores. De fato, se não estivermos tranqüilas, nossas filhas nunca estarão. Beijo também na bochecha da mocinha!!