É minha princesinha já esta ficando uma mocinha, cheia de personalidade e muito sapeca. Mais ainda um bebê que adora mamar e olhe que não tem hora para isso, e mesmo já comendo verduras e frutas , a hora de mamar é sua preferida.
Mais sabia que uma de minhas horas preferidas também porque é um momento em que dou uma freada no meu dia corrido. Só que não é fácil administrar isso a noite,porque Bruna acorda umas 2 ou 3 vezes a noite para mamar e logo no dia seguinte tenho que estar inteira para mais um dia.
Hoje tenho a necessidade de controlar essa fase porque no ano que vem volto ao trabalho. Na ultima consulta falei com a pediatra que deu dicas de como agir, mais antes de falar sobre a redução das mamadas vou falar o que significou esse momento, claro do meu ponto de vista.
Quando soube que estava gravida tinha a certeza de que queria amamentar e ser feliz .Só que nem tudo são flores então durante esse período soube de historias difíceis , como mães que tiveram fissura mamaria ,mastite, leite que” empedra” entre outras coisas e por isso muitas acabavam deixando de dar mama aos seus filhos.
Resolvi então ir a fundo para saber como lidar com as possíveis adversidades. A primeira coisa foi verificar o tipo do bico do seio, o meu era semiplano ,comprei a concha que usei a partir do 6 messes de gestação e depois no pós parto. Depois estudei sobre a pega do bebê no bico do seio e verifiquei que a forma correta e que ele pegue toda a aureola do seio então desde o inicio da amamentação de Bruna procurei fazer de uma forma que ela pegasse toda a região.
Então no inicio, graças a Deus, tive pequenos contratempos com a amamentação porque sempre seguir o que os “entendidos” falavam como tomar sol na região dos seios, fazer massagem para evitar que o leite tivesse um grande acumulo, sempre controlei o tempo de mamada nos dois seios, quando ficava com fissura passava o leite materno e cada dia cuidava da minha alimentação.
É claro que tive algumas dificuldades, lembro que uma das piores foi no segundo dia que estava nos hospital após o parto de Bruna e ela não estava conseguindo sugar o leite, entrei em desespero, chamei a enfermeira ela me explicou que seria a fase de apojadura normal que acontece e a forma de cuidar seria com massagens ao redor dos seios.
Enfim apesar das dificuldades amamentar e tudo de bom. É saber que você esta protegendo seu filho de doenças; é carinho e amor é desacelerar o seu dia de forma a curtir sua cria e ver ela ou ele crescendo; a olhos nus ,em resumo é um ato de amor.
Hoje já existem clinicas para orientar as mães sobre o ato da amamentação e suas possíveis agruras ( não são poucas) mais são suportáveis, então temos que ter coragem.
Hoje Bruna tem 1 ano e 6 meses ainda mama e se eu permitir o dia todo, por isso a minha necessidade de controlar, só que ainda curto muitoooooooooooooo esse momento só nosso e tenho a certeza que quando essa fase passar vou sentir falta.


