sexta-feira, 8 de junho de 2012

Reduzindo as mamadas

É minha princesinha já esta ficando uma mocinha, cheia de personalidade e muito sapeca. Mais ainda um bebê que adora mamar e olhe que não tem hora para isso, e mesmo já comendo verduras e frutas , a hora de mamar é sua preferida.
 Mais sabia que uma de minhas horas preferidas também porque é um momento em que dou uma freada no meu dia corrido. Só que não é fácil administrar isso a noite,porque Bruna acorda umas 2 ou 3 vezes a noite para mamar e logo no dia seguinte tenho que estar inteira para mais um dia.

Hoje tenho a necessidade de controlar essa fase porque no ano que vem volto ao trabalho. Na ultima consulta falei com a pediatra que deu dicas de como agir, mais antes de falar sobre a redução das mamadas vou falar o que significou esse momento, claro do meu ponto de vista.
Quando soube que estava gravida tinha a certeza de  que queria amamentar e ser feliz .Só que nem tudo são flores então durante esse período soube de historias difíceis , como mães que tiveram fissura mamaria ,mastite, leite que” empedra” entre outras coisas e por isso muitas acabavam deixando de dar mama aos seus filhos.
Resolvi então ir a fundo para saber como lidar com as possíveis adversidades. A primeira coisa foi verificar o tipo do bico do seio, o meu era semiplano ,comprei a concha que usei a partir do 6 messes de gestação e depois no pós parto. Depois estudei sobre a pega do bebê no bico do seio e verifiquei que a forma correta e que ele pegue toda a aureola do seio então desde o inicio da amamentação de Bruna procurei fazer de uma forma que ela pegasse toda a região.
Então no inicio, graças a Deus, tive pequenos contratempos com a amamentação porque sempre seguir o que os “entendidos” falavam como tomar sol na região dos seios, fazer massagem para evitar que o leite tivesse um grande acumulo, sempre controlei o tempo de mamada nos dois seios, quando ficava com fissura passava o leite materno e cada dia cuidava da minha alimentação.
É claro que tive algumas dificuldades, lembro que uma das piores foi no segundo dia que estava nos hospital após o parto de Bruna e ela não estava conseguindo sugar o leite,  entrei em desespero, chamei a enfermeira ela me explicou que seria a fase de apojadura normal que acontece e a forma de cuidar seria com massagens ao redor dos seios.
Enfim apesar das dificuldades amamentar e tudo de bom. É saber que você esta protegendo seu filho de doenças; é carinho e amor é desacelerar o seu dia de forma a curtir sua cria e ver ela  ou ele crescendo; a olhos nus ,em resumo é um ato de amor.
Hoje já existem clinicas para orientar as mães sobre o ato da amamentação e suas possíveis agruras ( não são poucas) mais são suportáveis, então temos que ter coragem.
Hoje Bruna tem 1 ano e 6 meses  ainda mama e se eu permitir o dia todo, por isso a minha necessidade de controlar, só que ainda curto muitoooooooooooooo esse momento só nosso e tenho a certeza que quando essa fase passar vou sentir falta.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Mães guerreiras

Estamos chegando ao fim do mês de maio, um mês que considero dedicado a família, pois é o mês das noivas (formação de uma nova família) e mês das mães, por isso ofereço esse post a mães que a cada dia vivem fortes emoções  ao lado dos seus filhos.

Em período de estagio da faculdade passei por vários hospitais e em media fiquei um ano de estagio. Passei por  varias modalidades e teve uma que eu não queria mais foi inevitável a  UTI pediátrica .
O motivo da minha resistência era a certeza de que as historia clinica de cada paciente ficaria como lembranças  em minha memória, porque tenho a opinião que lugar de criança é fora de hospital.
Sempre valorizei a luta de minha mãe que sozinha criou dois filhos, mais a cada dia na unidade de terapia intensiva ao saber da historia clinica de cada paciente e suas mães( e quando falo de mãe é aquela que cuida então  tinha avó, tia...) eu entendia o quanto é difícil sozinha “segurar a onda”.
Muitas crianças já estavam há meses e ate anos em uma rotina hospitalar, malmente as mães iam a casa para trocar a muda de roupa, logo voltava para perto dos filhos. E quando perguntava se estava cansada elas diziam que o que importava era a recuperação dos filhos e mesmo se pudesse demorar um pouco  em casa não ficaria tranquila.
Infelizmente o quadro clinica das crianças eram de uma delicadeza importante e o fato triste é que algumas  não voltava para casa. E quando a assistente social adentrava a UTI  era o momento mais tenso porque os médicos  após uma avaliação  que não era positiva  passava para ela que sempre se reportava a família. Pior momento de se presenciar imagine de passar por eles. E mesmo depois da noticia, é claro, a reação de negação de muitas mães por não aceitar a separação do filho ainda assim tinham  forças para continuar ate quando fosse a vontade de Deus da separação física.
E o mais legal é ver que varias mães que estavam passando por situação igual ou ate pior se confortam e dão umas as outras palavras de paz e amor como uma grande família. E essas mulheres guerreiras além de passar pelo internamento dos filhos também passam por momentos pessoas difíceis como o marido que não aguente a situação se separa, outros filhos que não tem um alguém para dar assistência, falta de dinheiro. Mais mesmo assim elas cultivam pensamentos positivos que logo tudo aquilo vai passar.
 Existem outros exemplos de mães que lidam com adversidades como filhos especiais que precisão de extremos cuidados e dedicação, a perda de um filho e isso independe se é pequeno, grande ou ainda no ventre é uma dor que só quem passou para saber, mais mesmo com dificuldades são pessoas que tem fé e tenta olhar tudo através de um prisma positivo.


Com o exemplo dessas mães sinto orgulho de ser mulher e mãe, olho pequeno e grandes problemas de forma mais positiva possível e aproveito e muito todos os momentos com minha pequena.




sábado, 12 de maio de 2012

Ser mãe é...

Mesmo reunindo todos os adjetivos da língua portuguesa ,não seria o suficiente para descrever o  que é ser mãe.
Realmente ser mãe precisa de dedicação integral ,independente se trabalha fora ou fica em casa a todo  momento, o pensamento sempre tem uma direção   certa   que são os  nossos  pimpolhos.
É incrível como o filho muda as nossas vidas, e fazendo uma comparação de minha vida de casada sem filhos e muita mudança mesmo.  Por exemplo, eu saia para trabalhar e quando chegava em casa tomava um banho e dormia ou deitava na cama para assistir televisão  e hoje ao sair quando chego tenho que dar banho em Bruna dar sua comida e só descanso quando ela esta ” prontinha”.
Quando era final de semana sepre saia com os amigos a noite e voltava tarde e hoje só rola matinê. E sempre é assim sou a primeira que acordar e a ultima a dormir, mais sabe, é uma situação maravilhosa e hoje sem essa rotina eu não sei mais viver.
Antes de ser mãe, sabia que era maravilhoso a maternidade ,por relatos de amigas ou mesmo vivenciar alguma cenas na rua ou em qualquer outro lugar de mãe e filho. Mais quando Bruna nasceu  tive a certeza disso.
Ser mãe é acima de tudo um aprendizado e uma dessas lições foi aproveitar cada momento com seu bebê, pois o tempo passa muito rápido. Parece que foi ontem que Bruna nasceu e hoje é uma mocinha cheia de personalidade.
Tive a sorte de ser filha de uma mulher maravilhosa e guerreira e de ter o carinho de tias que também se tornaram verdadeiras mães. Esse exemplo foi importante para saber que mãe é aquela que cria e não somente quem da a luz.E mesmo minha mãe trabalhando o dia todo sempre ,mesmo cansada, tinha um tempo para os seus  filhos e esses momentos eram maravilhosos quer dizer ainda são
Então para todas as mães blogueiras, um especial dias das mães com seus pequenos milagres .

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Não basta ser pai tem que participar!

 “Quando nasce um filho junto nasce uma mãe “e realmente é verdade porque quando escutamos aquele chorinho na sala do parto muda tudo mesmo, o jeito de pensar e agir ficam diferentes”.
 Mais quando é que o pai nasce? e essa historia que estamos grávidos é realmente verdade? e seu marido ajuda a cuidar do bebê? E na hora de sair com os amigos seu marido reveza com você para cuidar do pimpolho?
É amiga blogueira será que existe o marido e pai perfeito? Se você tem a receita passa por favor, porque queremos saber rsrsrsr... Brincadeiras a parte, próximo ao dia das mães nada mais justo do que falar da missão de ser pai , os seus amores e dissabores da convivência diária.
Dá descoberta da gravidez e durante a gestação a mãe nem dormindo deixa de ser mãe, pois muitos pequenos escolhem o período da noite para ficar acordados. Mas e o pai? Em qual momento desperta e fala: poxa eu sou pai!
Quando o bebê nasce, por serem pequenos e delicados muitos pais não tem segurança para trocar faldas e dar banho. Então a relação é de amor e cuidados com o arrotar ou botar para dormir, mais quando passa essa fase e o baby fica mais “durinho” e cheio de graça o pai se tornam pleno e realizado cheio de brincadeiras e gracinhas se tornando mais presente em todas as situações.
Essa característica revela o meu ponto de vista que leva em consideração a vivência pessoal. Tenho a  opinião de que  ser  mãe é ,também, saber administrar a relação que passa de casal para  o ser a mãe e o pai .É saber compartilhar  a sua experiências  e   responsabilidades com seu esposo e  dividir mesmo as tarefas diárias que tem  com  seu filho de modo a ser uma mediadora entre eles.
Porque eu falo isso quando Bruna tinha dois meses meu esposo começou a trabalhar viajando então fiquei com toda a responsabilidade e cuidados sozinha durante o periodo que ficava fora. Além disso era somente nos duas em casa então quando chegava final de semana e ele estava em casa eu já estava no automático e fazia tudo não dividia as minhas atividades diárias com Bruna  e no final do dia estava aborrecida pois estava sobrecarregada de tarefas e sempre tinha uma DR  .
Isso nos acompanhou ate pouco tempo , até em nossas saidas  com  amigos e Bruna ficava no parquinho, sempre eu estava com ela,  é ótimo, mais cansa. Então resolvi abrir o jogo e resgatar o nosso relacionamento mostrando através da vivencia diária o quanto é cansativo ser mãe, dona de casa e esposa. Como resultado  temos melhorado o nosso convivência  evitado grandes aborrecimentos  e unido a nossa família mais e mais .
Quando todos ajudam o muito fica pouco!

 

terça-feira, 17 de abril de 2012

Como lidar com o gênio forte dos filhos? Parte II

Nesse novo capitulo venho falar como estou lindando com o gênio forte de Bruninha.

Como havia comentado a gatinha da casa tem despertado sentimentos hora egoísta, hora uma birra sem motivo e a  teimosia.  A cada momento identificando tais situações tenho tentado trabalhar isso nela e estar sendo melhor do que pensei ,tenho descido com Bruna constantemente para brincar no parque e noto que a cada dia ela tem se virado bem, claro com a minha supervisão, com outas crianças e seus variados comportamentos.

Noto que ela esta mais conformada quando uma criança não quer dividir o brinquedo  ela não chora mais ou sai correndo com  ele na mão . Apenas tenta ficar brincando se não consegue ela sai e vai procurar outro brinquedo ou brinca com o outra criança.

Mais nem todo o dia é assim hoje mesmo ela pegou um ursinho de uma amiga e ficou nervosa quando a mesma quis ele. Mas com ajuda de Leticia ,sua babá, procuramos outras brincadeiras e ficou tudo tranquilo.

É engraçado que a criança e um ser com muitos sentimentos todos misturados porque ao mesmo tempo em que a criança sorrir em poucos minutos chora, fica feliz com a novidade e quando fecha os olhos, surpresa! nem ai para o ‘velho’ É tudo bem extremado e sincero .


Venho trabalhando com ela o repartir, sempre solicito que ela nos entregue algo e sempre agradecemos e pedimos, por favor. Ela ainda tem seus momentos de birra quando por exemplo quer ficar no parquinho na hora de sair ou quer ir para algum lugar que não pode ,mais são fases que as poucos vai passando .

Tenho lido alguns artigos e seguido algumas sugestões que aos poucos venho publicando e sugerindo para leitura.

Ainda estou construindo uma forma de agir com Bruna e acredito que não vai ser fácil chegar ao resultado final porque o comportamento muda muito rápido . Mais nesse momento estou muito orgulhosa da forma como a princesinha vem lidando com varias situações .




quinta-feira, 5 de abril de 2012

“Tudo junto e misturado”Sensibilidade de Mãe

Bruna é uma gatinha muito sapeca e boa de boca, quando por algum motivo ela muda esse comportamento já fico preocupada, pois sei que algo está errado. Na quinta feira era umas 23h00minhrs quando ela sem nenhum motivo aparente começa a chorar forte, pulei da cama e tentei acalma-la  mais nada dava certo até o peito, método infalível, não funcionou.

Como ela estava com a cabeça quente resolvi da um antitérmico que serve para dor também esperei o resultado e graças a Deus a cabeça já não estava mais quente e logo em seguida dormiu.

“Nada melhor que o dia após o outro”. Quem disse? Bruna ficou o dia todo molinha, não quis comer direito e no período da tarde a cabeça novamente ficou quente e isso perdurou ate o domingo quando resolvi ir para emergência. Chegando lá totalmente lotada, então já sabia que o dia  seria longo. Então pus em pratica o olhar algum ponto positivo no meio do caos que me  levou a conhecer novas mães e novo historia de vida e isso eu acho bem legal.

Bruna então fez um exame de sangue e no resultado a médica falou que foi uma pequena infecção, não falando a causa, pediu para observar se haveria novos episódios de febre e já que não teve nenhum comprometimento respiratório ela não passou nenhum remédio (acho ótimo porque não gosto de medicamentos a todo o momento).

Depois de seis longas horas na emergência, voltamos para casa. Hora do almoço ,tentei da sua comidinha mais ela não quis ,fiz uma nova tentativa foi quando percebi que a colher ao encostar na boca provocou dor, Bruna começou a chorar passei o dedo na gengiva e lá estava um dente tentando sair e para somar a isso tudo na parte inferior da língua duas belas aftas.

Então esse mal estar de minha pequena era a soma da infecção provavelmente de algo que colocou na boca, o dente nascendo, inclusive perguntei para a medica se a febre poderia ser por conta do dente e ela disse: que o nascimento dos dente pode causar febres pequenas mais 38c deve ser investigadas. Então devemos ficar atentas nesse caso porque vira e mexe alguém fala “É febre? só pode ser os dentes “e não é bem assim.

Foi ai que me dei conta o quanto é necessário ter a sensibilidade e perceber o que esta de errado com seu filho e principalmente como ajuda-lo faz toda a diferença. Em um primeiro momento senti que Bruna não estava bem, levar a uma emergência foi um passo importante para descartar qualquer agravante da sua integridade física, é claro que não é a todo o momento que vamos levar correndo ao hospital porque muitas vezes vai com uma doença e volta com outra. Falar com o pediatra ou observar se a situação persiste por alguns dias e o alerta necessário.


Em um segundo momento perceber que também o dente e a afta incomodava ela foi excencial, pois dai pude ofertar uma comida mais pastosa e colocar uma colher de silicone mais macia facilitando sua alimentação. Foi bom porque ela começou a comer sem medo de sentir dor.O importante é perceber os sinais que nossos filhos nos dão, porque através deles que percebemos se algo esta diferente. Isso me remete as crianças que passam por algum momento difícil que muda o comportamento e muitas vezes os pais ocupados acabam não percebendo que seu filho tem algum problema.

Hoje Bruna se recupera bem e se Deus quiser e com muito amor até domingo vai esta tudo otimo!

quinta-feira, 29 de março de 2012

Como lidar com o gênio forte dos filhos? Parte 1.

Acho que todos já ouviram algo do tipo “você é uma caixinha de surpresa” e realmente todos nós temos algo guardado dentro de nossa personalidade que espera o momento certo para se mostrar. Por exemplo: um dom (cozinhar,pintar,falar),uma personalidade, uma atitude , enfim temos sempre algo para mostrar.

Quando viramos mãe é normal você se perguntar como vai ser a personalidade do seu filho e até mesmo arriscar falar que é assim ou assado, tomando por base alguns comportamentos quando bebê. Bruna a cada dia traz uma surpresa diferente, pois ela se mostrar sempre disponível a descobrir coisas novas, é também muito legal ver suas reações.

Quando criança minha gatinha sempre foi muito tranquila, teve poucas cólicas, os dentes nunca foram motivo para grande mudança de comportamento, as vacinas poucas vezes causaram reações, e a introdução as papinhas e sucos não deram trabalho, exceto no inicio.

Sempre fiz tudo dentro de casa porque ela gosta de brincar sozinha ou assistir a Tv, então sempre foi tudo muito tranquilo, tudo se encaixava bem.

Mas as fases de desenvolvimento da criança acontece muito rápido e quando você menos espera tudo muda e a “caixinha de surpresa” se revela . Ai chega hora de colocar alguns limites e começar a criar minha gatinha para o mundo. É complicado isso porque eles não tem manual de instruções então você acaba tomando por base a sua criação e a leitura do que você sabe que é certo ou errado e vai” tatiano” como lidar com as circunstâncias.

Quando Bruna começou andar o mundo ficou pequeno para ela e tudo virou uma novidade, é um mexe dali, sobe aqui, e eu sempre falando não, não... E sempre ela fazendo o que não podia. Ai resolvi então mudar atitude e ser mais firme ficando ao nível dela, olhos nos olhos e falo firme “não pode não. Mamãe esta falando” ai ela olha tenta novamente eu repito o gesto e ai ela chora, olha e para de fazer.


Tudo isso divagar sem reprimir, sem gritar só mostrando o que pode ou não fazer. Só que não é fácil, agora mesmo quando passamos pelo parquinho aqui do prédio onde moramos, ela chora e se contorce querendo descer para ir lá à hora que for. Um outro dia nos fomos a uma loja comprar uma maquina de lavar e ela corria de um lado para outro do estabelecimento parando apenas quando viu um quarto infantil cheio de brinquedos. Então apontava com o dedinho e conversava em sua língua,mostrando as coisas.

Outro fato ocorreu em um domingo que fomos brincar no parquinho , ela viu seu amigo Vitor e rapidinho pegou a bolinha dele e saiu correndo , não querendo devolver a bola ,mesmo eu falando “dê mamãe” ela nada. Vitinho super tranquilho parecia que não queria nem a bola mais mesmo assim percebi que precisava trabalhar o desapego com ela, mesmo sabendo que é novinha , é uma fase comum, mais fiquei bastante preocupada com essa atitude e ate questionando as minhas atitudes como mãe se não estaria mimando ela (coisa de mãe).

Então falei para Junior sempre pedir algo a ela para trabalhar o desapego e graças a Deus estar dando o resultado pois ela agora compartilha as coisas na hora de brincar com outras crianças, mais ainda está com gênio forte .

Eu comecei a observar o comportamento das amiguinha de Bruna , que é muito parecido em relação ao apego com os brinquedos ,a birra quando quer algo, umas com menos intensidade outras com mais. Concluir que o diferente é realmente a maneira de conduzir a situação.

Então essa primeira parte do post, vou pedir conselhos rsrsrsr... Para quem passou ou esta passando essa fase, eu vou ler e pesquisar uma base a ser seguida já que ,cada um é de um jeito, e volto com o assunto.

Vou encerrar com uma frase perfeita ”Educai As Criancas E Nao Sera Preciso Punir Os Adultos" onde li não tinha o autor mais diz tudo.